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Desconstrução de Gênero no Tantra

Muito se fala, não somente no Universo do Tantra, mas também no Yoga em geral, sobre “forças” femininas e masculinas. Esse tem sido um estudo bastante interessante da SOAS (Centros de Estudos de Yoga da Universidade de Londres), inclusive.

Gênero e sexo são coisas diferentes. O gênero é uma construção social enquanto o sexo uma realidade material. Colocar gênero em coisas/pessoas faz com que limite nosso autoconhecimento e também nos afasta da realidade. Pessoas do sexo feminino são excluídas de muitos espaços enquanto pessoas do sexo masculino são colocadas em lugares de poder. Principalmente quando falamos da cultura Indiana onde mulheres, naturalmente, são consideradas muito inferiores aos homens.

Então, por que falamos de Yoni (representação do útero) e Linga (representação do pênis) no Tantra? Porque útero/vulva e pênis são sexo (realidade material) enquanto “forças” “feminina e masculina” são construções de gênero. Ou seja: O Tantra não nega a materialidade e, tampouco, invisibiliza mulheres. Muito pelo contrário: dentro da linha Tantrika Não Dual são sempre trabalhados a adoração de Deusas (mulheres). Essas divindades personificadas como mulheres representam a autonomia de fêmeas em uma linhagem filosófica que tem como princípio a subversividade do sistema opressor sobre mulheres daquela cultura.
Conseguimos observar bem isso quando estudamos mais a fundo a Iconografia dessas divindades.

A construção de gênero abre espaço para colocar pessoas de sexos diferentes (macho e fêmea) em lugares que a sociedade espera. Exemplo: homem deve ser masculino, o provedor, forte, protetor. Enquanto mulher espera-se feminilidade, gentil, materna e cuidadora. Gênero é sofrimento e o Tantra quer que você se liberte dos rótulos e qualquer caixa que queiram te colocar.

Eu sou a Larissa Farias, idealizadora do YogandoBR. Criei este espaço para compartilhar o Yoga para mais e mais pessoas. Espero que vocês se sintam inspirados. @yogandobr

contato@yogandobr.com

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